7 DE MAIO : 2 ANOS NO QUÉBEC !!!!!!!!!!!!!!

Quinta-feira, Outubro 29, 2009

Curso de francês - UdeM

Gente,

Continuandinho o post sobre o Certificado de Tradução.
Então, quando foi a época, fiz o teste pro curso de francês pra saber meu nível. Estudei, dessa vez (da primeira eu fiz a louca). Aí eu peguei um nível que eu não sei como eles chamam lá, as siglas e tal, mas é o nível "avançado 2" que teoricamente é o último nível do curso de francês para não-francófonos. Achei o máximo né. Lógico. Assim, quem me conhece sabe que eu não sou de me achar, muito pelo contrário, mas eu fiquei sinceramente feliz de ter caído num nível bom. Eu queria estudar né, melhorar mesmo meu nível. E eu fiquei meio que com "trauma" de turmas assim muito "de boa", onde a profe é super hiper fofa e cede dois dias por semana pra festas de aniversário na classe (rs). Eu queria mesmo uma classe forte, que estivesse a fim de estudar e tal. Pra levar a sério, não pra encher linguiça.

Então, tem aquele provérbio que diz assim que "beware of what you wish, you may get it". Bom, foi isso que se passou comigo. Nem vou tentar resumir, mas assim, eu estou meio cansada...rs....minha classe tem acho que 15 pessoas, é um tamanho ótimo. O curso, antes que eu esqueça, é "Communication écrite". Minha profe é francesa da França (essa é boa...é tipo dizer "ela é a única filha mulher" ..mas enfim). Ela é super boa, muito organizada e está sempre de bom humor. Todo mundo na classe é interessado e participa mesmo, não tem enrolação. O currículo do curso é bem carregado. Não que eu ache ruim, mas é que é sempre tudo ou nada né...rsrsrsrs.......ou você fica coçando na sala de aula até criar ferida ou então você não tem nem tempo de peidar (desculpem a expressão, mas é assim que eu me sinto às vezes). Eu tenho "devoir" e matérias pra estudar que, pra colocar em dia como eu gostaria, eu teria que trabalhar meio período, ter uma faxineira e uma babá pro meu salsicha (rs). E realmente, se você não é tipo um nível avançado, você vai se enrolar um pouco (como eu)..rs...Pra começar, na minha classe eu estou entre os que falam pior. Eu e os três brazucas e o argentino. O resto, a maioria fala bem. Isso acho que é porque a razão pela qual as pessoas procuraram o curso não é porque elas não sabem escrever, é porque precisam melhorar para prestar uma prova, escrever um "memoir" de um curso de pós-gradução, coisas assim. Na minha classe, a maioria das pessoas tem nível universitário ou acima, tem uma que está lá porque quer prestar a prova pra ser professora de francês. Vai vendo....rs

Enfim. Eu acho que talvez um meio-termo seria interessante. Eu posso até ser enrolada, é verdade. Mas tem um livrinho lá que eu comprei e parei porque não consigo ler ! Tentei também começar o "IT" do Stephen King (que é gigante) dois dias antes do início do curso, e o marcador de página está lá até hoje, no mesmo lugar (na terceira página, eu acho). Tipo assim, eu gostaria de ter tempo pra rever as matérias com calma, de repassar as coisas um pouco. Mas minha profe é "hyper" como eles dizem, ligada no 220. Cara, é inacreditável. Ela dá uma explicação básica de uma matéria de gramática, tipo 10 minutos, e diz pra gente estudar em casa e trazer dúvidas na próxima aula. Eu, que estudei na francisação, bóio que nem bóinha de criança, aquelas em formato de golfinho sabe...rsrsrsrs.......Minha ficha larga está começando a descer e a fofolete já está num outro assunto. Tem matérias que ela nem explica, ela diz "no nível que vocês estão, vocês já tem que saber isso". Aff...hehe. Não quero passar a impressão errada hein....ela é super gente boa, mas basicona, não tem choramingo. Nem a página do livro ela dá, ela diz que a gente tem que saber usar duas coisas: índice e dicionário...rsrsrs.

O curso aborda vários aspectos, entre eles gramática e redação (principais) e um pouco de literatura, leitura e compreensão de texto. Trabalhamos com artigos de jornal, internet, e temos um livro pra ler até o final da sessão (chatérrimo, diga-se de passagem...pra pessoas como eu, fãs de leitura tipo Stephen King e "The catcher in the rye", esse livro é um sonífero, eu prefiro ir fazer faxina.) Temos também 15 palavras novas que devemos anotar por semana, numa espécie de "fichário" - cada palavra deve ter a explicação do dicionário e o contexto (a frase). Todo trabalho que ela entrega, seja prova, redação, carta, ela aconselha a gente a refazer com as correções e entregar de novo, duas, três vezes se quiser.

Eu digo pra vocês, pra mim particularmente, está corrido, não está sendo fácil. Eu estou gostando muito, mas não é fácil. Meus colegas de classe (que fofo isso) têm sem dúvida um nível de francês muito bom. Alguns vêm de países que falam francês, aqueles lá da região do Magreb...tem uma outra figura, um gorducho careca que é minhoca mesmo, frequentou a escola em francês aqui até o final do primaire e depois os pais trocaram ele pra uma escola anglófona. Então ele fala perfeito québécois, mas está lá estudando comigo (aff). Tem de tudo um pouco. E tem o povo da francisação (eu)..rsrsrsrs

Antes do povo me lapidar (hehe), quero deixar claro que eu gostei muito da francisação, não tenho absolutamente nada contra, e que me ajudou muito. O problema da francisação é que a galera às vezes tem níveis diferentes, e o principal: tem muita gente que não leva a sério, gente que está lá só pela grana, etc etc. Eu peguei uma profe boa no nível 02, já a outra era no estilo "festa". Tudo era ótimo, lindo, que redação perfeita! Pra mim, meu nível 03 foi praticamente tempo perdido na francisação. Tempo e oportunidade de estudar, perdidos. Então, depende muito da sua profe, e depende muito (mesmo) da sua turma. Aquela galerinha que está na minha classe, é outro nível, dá pra sentir. Conversei com os brazucas (não sou de muita conversa lá, estou lá pra falar, escrever e ouvir francês, português eu falo em casa e com meus amigos), e eles me disseram que estão lá na Univ desde o nível X....tipo há meses, já fizeram vários níveis lá. Essa galera tem um preparo diferente do meu, imagina só se eu estivesse num curso assim forte desde o primeiro nível. Eu seria "phoda"...hehe...qualquer um com interesse em aprender seria também. Então talvez por isso eu esteja sentindo um pouco o tranco sabe. A profe pergunta alguma coisa de gramática, "me dêeem exemplos de orações coordenadas bla bla com o pretérito do subjuntivo na terceira pessoa" e tem oito neguinhos que levantam a mão. Eu fico "figée" né gente, ali parada e durinha, eu nem respiro nessa hora....rsrsrsrs......ah, tem chamada oral de verbo, todo dia no início da aula. Não conta ponto nem nada, é só pra estressar a gente mesmo...rs. E não é "étudier" nem "avoir", são os verbos nível 815. No subjuntivo. E ela pede pra "épeler". Ai moça, pára vai. Você quer que eu soletre? É, sim. E se fosse uma avaliação essa parte de soletrar, metade da classe caía, tipo um dominó. O povo fala, mas épeler que é bom, hummm...faltam letras "d", faltam uns "s", ih.....O povo estava ficando traumatizado, então ela disse que "je sens la tension qui s'installe, je vai arrêter avec ça..je ne veux pas d'arrête cardiaque ici, quoi". Ela fala esse "quoi" o tempo todo, no final das frases dela.

Gente, não é bolinho não. Daqui a pouco vai dar pra fazer meus miolos cozidos com batata pro jantar...hehe (essa parte eu exagerei). Whatever. "Oh MG"...(escuto isso aqui no selviço - abreaviação obviamente de Oh my god..). Fino. Vantagens gente, de trabalhar entre minhocas.

Dani

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Eu tentando o certificado de tradução

Faz tempo que não escrevo aqui !
Eu adoro escrever, mas se for pra escrever duas linhas de mal humor, eu não escrevo nada (a preguiça também pesa na escolha da segunda alternativa...rs). Enfim. O tema do post hoje é: como ser objetivo! rsrsrsrs...brincadeira! O tema do meu post é, como diz o título, eu tentandinho me inserir no campo de estudos de tradução (rs).

Há alguns meses, acho que cheguei a comentar com vocês a via sacra que foi tentar achar um profe particular de francês. Enfim, passei por dois, e achei uma bosta. Um era careiro pencas (pro meu bolso, no caso) e a outra era uma romena meio louca, descabelada, que fumava que nem uma chaminé (me desculpem os fumantes, mas eu odeio cigarro, cheiro de cigarro e tudo o que é relacionado). Enfim. Ela não me pareceu muito profissional. E ela tinha um gato, eu não sou fã de gato (a loka). E no fundo eu sou "meio assim" com isso de ter aula sozinha. Eu não me sinto motivada, acabo não tendo disciplina. Eu sou assim. E por isso tudo, eu dei o pé na romena.

Bom. Daí, no meio desse processo cármico todo, eu me inscrevi pra prova de admissão pro curso de tradução (certificado) lá na Universidade de Montréal. Minha idéia inicial era estudar algo em inglês, já que eu não estava conseguindo um curso só pra "estudar inglês". Fui atrás, mas o único lugar onde eu poderia fazer um curso em inglês, de tradução de preferência, era na McGill. E a MCGill não tem certificado, eles só tem bac mesmo. E como eu não sabia se isso era mesmo o que eu queria fazer, eu não quis colocar todos os meus ovos na cestinha de um bac, minha preferência era por algo mais curto pra eu ver "de quoi ça a l'air". Enfim. Acabei optando pela Udem, que oferecia certificado em tradução (mesmo o curso sendo dado em francês). Fiz todo o basfond, paguei as taxosas, preenchi horrores de formulários, tive até que providenciar a tradução da minha certidão de casamento (porque meu nome no passaporte é o de casada e bla bla bla). Aí em Maio eu fiz a prova, pra sessão outono 2009. Era uma prova de quase 3hs, uma parte em inglês e outra em francês. A prova era difícil pra caramba, eu achei. Tanto é que eu não passei (rs). Mas peraí, deixa eu explicar - eu também não sou assim tão burra. Eu passei bem em inglês (ai que eu fiquei feliz hein, nem foi raspando, eu passei mesmo) mas eu derrapei feio em francês. Eu não vou colocar os números do inglês aqui pra me mostrar porque aí eu vou ter que colocar os de francês também, e esses eu não ponho meeesmo...hehe. Enfim. Na super simpática carta de resposta com os resultados dos exames, eles me sugeriram um curso de francês pra que eu alcançasse o nível necessário e tivesse chances de passar (eu teria que prestar novamente a prova de francês). Eu topei e me inscrevi. Continuação no próximo post (Curso de francês). Ai, eu sou tão resumida nessa vida, tão organizada. Como diz a moça de um blog que eu leio há pouco tempo (mas adoro), eu merecia "uma placa na pracinha"...rsrs. O nome do blog é "Ela fala e sai andando".

Dani

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Quarta-feira, Outubro 28, 2009

Plattsburgh - 25/10

Domingo decidimos fazer um passeio de compras à Plattsburgh, - NY . Local super visado pelos Québécois para compras, principalmente nestes dias de dólar canadense forte. Mas não é a Ciudad del Est americana. Lá a escala é outra.

De Laval, 124 Km. Super-rápido, "sauf que" temos que passar pela imigração americana. Mesmo tendo visto e sendo residentes permanentes, os americanos nos seguram lá por quase 1 hora. Principalmente por ter que pagar os US$ 6 de taxa para ajudar nossos pobres e falidos vizinhos. Engraçado que revistaram o nosso porta-malas. A agente chegou pra gente disse: O que são aquelas bolinhas de plástico com líquido vermelho ? Algum novo tipo de explosivo ? Na hora pensei que podia ser uma sobra do paintball que fui no verão. A agente mostrou pra gente as bolinhas. Eram bolinhas de sabonete utilizadas num chá de bebê há uns 6 meses. Devem ter caído em algum buraco no porta-malas e por sorte nossa foram encontradas por uma agente de fronteira americana !

Em Plattsburgh, as compras se concentram perto da saída 37, onde se encontram o Champlain Centre e o centro comercial com o WalMart. No shopping, na F.y.e. todos os Cds custavam $ 9,99 ou menos. Vendem até cds usados. A loja de esportes Dick's é gigante..dá umas 5 Sports Experts. Tem também a Target, JC Penney, Sears e Victoria's Secret. Do lado do Wal Mart, a PetSmart. Não esquecemos do Pepperoni. Vejam a alegria dele com sua nova "presa".

Plattsburgh - NY
Caminho

Voltando para Montréal
Ale

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Restaurante Afegão

Sábado (24/10) fomos conhecer o restaurante Afegão Khyber Pass de Laval. Não tinha muito idéia do que iria encontrar, mas resolvemos arriscar. Para participar da "aventura", convidamos o casal Normand e Andréa. Pedi a table d'hôte completa: sopa, entrada, prato principal, sobremesa e café. Não é baratinho, mas devo dizer que vale MUITO a pena. Mais até do que ir ao dito "brasileiro" Le Milsa. Tinha receio dos temperos, mas não teve nada muito apimentado, tudo no ponto. Pedi a sopa "mashaba", a entrada "sambossa", prato principal "Kabuli Palaw" e a sobremesa "pudim à água de rosas"...

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LIPDUB

LIPDUB que fizeram para o prefeito de Québec Régis Labeaume. Quem disse que propaganda política tem que ser sempre chata ?



LIPDUB original da UQAM


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Domingo, Outubro 18, 2009

Paprikaschnitzel mit Knödeln

Em São Paulo sempre que podia a gente ia num restaurante alemão, ou no Konstanz ou no Bierquelle. A escolha favorita do menu era o paprikaschnitzel mit spätzle. Ou seja, filé de porco com molho de páprika e pequenos nhoquinhos de batata.
Chegando aqui em Montréal, logo procuramos por um restaurante alemão, mas descobrimos que não existe nenhum na região. Tem austríaco e suiço, mas não alemão. No cardápio, fondues e raclettes. Se algo escapou das nossas pesquisas nos sites de restaurantes e alguém saber de algum restaurante escondido em algum bairro, favor deixar uma mensagem !
Bref, estava com uma bicha de comer paprikaschnitzel. Procurei na internet receitas e resolvi eu mesmo fazer no domingo. Como fazer spätzle é muito complicado sem os utensílios apropriados, fizemos os Knödeln, que são como grandes nhoques. Deatalhe, este bolinho de batata não leva sal. Casa muito bem com o molho um pouco mais picante da páprika.
Como a Dani morre de medo de me deixar sozinho na cozinha, ela veio me supervisionar e dar uma mão. O resultado como pode ser visto nas fotos, foi muito bom ! Bicha morta e enterrada ! A próxima bicha é comer comida afegã. Felizmente neste caso existe um restaurante afegão em Laval !

Filé de porco com o molho de páprika
Bolinhos de batata cozinhando
Prontos para comer
Mesa posta

Ale

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Segunda-feira, Outubro 12, 2009

Pepperoni - 1 ano

Nosso salsichinha completa um ano !
Não é o primeiro cachorro que tenho. Mas é com certeza o primeiro que sou o "dono" desde filhote. O primeiro que sou responsável de levar ao veterinário, que devo educar, alimentar e cuidar como um filho. Como um filho, a sua chegada fez mudar nossa rotina, horários e hábitos. Quase tudo o que fazemos, não podemos esquecer que temos o Pepperoni. Vai ficar sozinho muito tempo ? Quem vai dar comida? O que faremos se a gente for viajar? Como um filho, sempre que passamos por uma petshop, pelo setor de animais do supermercado ou dollarama pensamos nele, pensamos em como ele amaria de tal brinquedo, biscoito ou osso.

Sofremos com a sua educação, desde as primeiras noites de choro que não nos deixavam dormir até os xixis fora de lugar. Penamos em conseguir um minuto de sossego quando estávamos em casa com ele. A fonte de energia inesgotável queria brincar o tempo todo e ficava difícil sentar, ler um livro ou ver TV. Insistimos para que ele começasse a gostar de passear. Logo que ele já estava todo vacinado e podia sair, ainda fazia muito frio. Imaginem ele tremendo de frio e tremendo de medo pelo desconhecido de uma rua cheia de neve e perigos(chihuahuas ferozes) .

Ele ia crescendo e a energia acumulada só ia crescendo. Um dia ele tomou coragem e deu alguns passos até que finalmente destravou de vez e me acompanhou numa volta mais longa. Após os primeiros passeios, ele chegava exausto e capotava. Fomos aumentando a dose e a cada dia, o salsicha resistente se cansava menos, mesmo se a gente corresse com ele. Hoje ele participa até de uma maratona se gente deixar... Veio a fase de tentar socializar o salsicha com outros cachorros. A melhor coisa a fazer é levar num parc à chiens. A primeira experiência dele não foi muito boa. O parque estava encharcado de neve derretida e os cachorros presentes, sós os grandões pouco amistosos. Depois de um tempo, levamos ele num outro parque, o Saut-au-Récolet em Montréal. Hoje ele não tem medo de nenhum cachorro, mesmo dos grandes.
Ele é muito bonzinho, adora a gente e estamos muito contentes de tê-lo conosco há um ano. Bonne fête Pepperoni !

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Sexta-feira, Outubro 09, 2009

McGill

Esta foi a semana das divulgações de Rankings. Além do IDH já falado por outros blogs, foi divulgado o Times Higher Education 2009, que é o ranking das Universidades. Nenhuma surpresa na ponta da lista. Entre as 20 melhores, 13 universidades americanas, 5 britânicas, uma australiana e uma canadense. A canadense, na 18 posição, é a McGill. Para quem não sabe, a McGill é uma universidade anglófona de Montréal, assim como a Concordia. Nesta semana, dois entre os que receberam o prêmio Nobel(física e medicina) se graduaram e fizeram até o doutorado na McGill.
Tal como o IDH, o ranking serve como uma referência apenas. Não quer dizer que só Harvard ou Cambridge são boas. Depende o que você vai querer estudar, do seu perfil, a pesquisa que você vai querer seguir, etc... a universidade na posição 200 pode ser a melhor para você.

Ale

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Segunda-feira, Outubro 05, 2009

O ônibus atrasou ? Peça o reembolso !

Notícia que eu li no jornal Metro na semana passada: Se você esperar um ônibus da STL (Laval) por mais de 5 minutos, você pode pedir um reembolso. Este "seguro" já existe há alguns anos, mas agora está sendo mais divulgado, ao mesmo momento que algumas medidas são adotadas para garantir a pontualidade dos ônibus. Vão aumentar a frequência de 12 linhas, principalmente fora do horário de pico e nos fins de semana, quando os atrasos são mais comuns. Esta medida se soma à instalação de GPS, que desde abril equipam todos os ônibus da frota. Desta forma, pelo menos metade dos passageiros vão poder saber em tempo real onde está o seu ônibus e a que hora ele vai chegar ao ponto. esta informação será passada através de painéis eletrônicos nas principais paradas e também através de um aplicativo no IPhone. Segundo dizem, em Laval 92% dos ônibus não atrasam mais que 5 minutos.

Google Street View: Conheça o terminal de ônibus e metrô Montmorency

Ale

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Terça-feira, Setembro 29, 2009

O episódio do mel

Eu gosto de mel. Em matéria de coisas de passar no pão, não amo mel assim de paixão, aqueles amores descontrolados, sem medida. Esse amor eu só sinto mesmo pelo meu Amendocrem (nome pobre pro Peanut Butter da Kraft). Eu adoro esse negócio! Eu nem curto muito passar ele no pão, porque o gosto do pão "estraga" o gosto do amendoim. Esse eu gosto em várias versões, a com "cocrantes" (crunchy), a cremosa (creamy) e até a que tem menos gordura. Digo "até" porque eu sou sim uma pessoa que controla um pouco as calorias (rs), mas em termos de sobremesas e gostosuras em geral eu não gosto de nada light, nada versão "sem gordura". Tudo (ou quase tudo) que não tem gordura é uó. Batata assada nem parece batata se compararmos ela com a prima gorda dela, a batata frita. Até leite 1% tem cara de leite doente. Mas enfim. A única coisa que não fica pior com menos gordura é o meu Amendocrem e o alface, porque o alface não tem mesmo gordura (hehe), e é a mesma "cocrância" (e sabor) de um buquê de folhas de sulfite. Nham nham, que delícia!rs .... Mas por causa da minha vivência internacional, eu deixei a versão pobre Amendocrem depois que conheci o Peanut Butter da Kraft, que deixa o Amendocrem da marca da mocinha loira de rabinho (não sei o nome dela) parecendo areia com amendoim. Aff, incomível. Bom mesmo é o Peanut Butter. Mas o meu post não é sobre o Peanut Butter (que eu como mesmo é de colherzinha..rs). O post é sobre o mel.

Revenons a nos moutons.... eu aprendi a gostar de mel com meu pai. Meu pai faz umas décadas tem uns hábitos meio naturebas. Digo assim, não suuuper natureba, mas ele tem os cinco minutos naturebas dele, tipo comer pão integral com fatia de queijo fresco e ...gostar de mel. Meu pai tucha mel no pão nem eu sei desde quando. Então eu sempre ouvi "hums" e "ohs" do meu pai comendo mel. Ele deve ter experimentado já todos os oitocentos tipos de mel que existem no Brasil, flor de laranjeira, flor de bananeira, flor disso e daquilo, silvestre, etc. Enfim. Eu peguei gosto por causa dele, mas como já disse nunca fui louca por ele (pelo mel)..rs.. Ano passado eu e marido estávamos no Marché 440 aqui em Laval (acho que era final do verão, não me lembro) e tinha lá uma "barraquinha" (barraquinha é uma coisa bem pobre) de mel. Vários tiposos, cores diferentes e tal. Eu, sem a menor idéia de como escolher mel, peguei um (não podia abrir os potosos e cheirar - como eu gosto de fazer com quase tudo - porque a fofolete da barraca estava lá me "biservando".). Então eu escolhi um que achei mais simpático e levei. O potinho estava lá em casa aguentando firme até semana passada. Finalmente ele esticou as canelas, acabou tadinho. Oh, o que fazer ?? Haveria ainda méis (aff que plural uó) naturais no Marché nesta época de folhinhas já caindo das árvores??? A preguiça homérica desta pobre exilada não se animou a dirigir (ou fazer alguém dirigir) até lá pra ver. Então eu tinha desistido do mel, achando que no super só iria ter mel tranqueira, aqueles pálidos e tristes, que têm cara de ser puro açúcar. Mas eis que fazendo a compra semanal há uns dias, resolvi xeretar os méis canadenses, ali naquela seção super diet de Nutellas e Peanut Butters. Resolvi que iria pagar os $ 4,99 num frasquinho ridículo da marca Irresistibles. Estava escrito lá "Miel Biologique". Ah, tá, eu nem confi pra essas coisas biologiques. Eu fui pela cor (aff que expert eu...). Passei direto pelos cara-pálida e fui parar num escurinho, bem fofo. Achei que um frasquinho daquele estava mesmo é bom porque eu como tão pouco mel afinal....tuchei ele no carrinho já com aquele verme horroroso de comer qualquer coisa com mel. Acho que eu fiquei com os vermosos porque só de eu não poder abrir algum potinho e cheirar já me dá agonia, eu sou super curiosa e já fico salivando só de pensar no cheiro que tal coisa deve ter (o mesmo vale pra chocolate, que a gente não pode abrir só pra cheirar né)..

Chegando em casa, eu abri o potoso (lógico), o leite e a margarina e os congelados ainda na sacola (cata o desespero, não é mentira, eu sou exatamente assim) e tuchei mel no primeiro pedaço de pão que eu encontrei (no caso era a baguette, maravilhosa por sinal). Aff que delícia ! Era bom o melzinho! Vários dias depois, marido vira pra mim e pergunta "adivinha de onde vem esse mel ?" ... Ah não ! Não acredito ! Eu só não disse "de novo não" porque o episódio da cabeleireira foi depois deste do mel. Senão eu diria. O mel gente, o mel é brasileiro !! Aff eu sabia !! (mentira).

Essa foi ótima. E o post ficou gigante, eu conto a vida só pra dizer que eu comprei mel brasileiro por acaso. Se este post fosse escrito pelo marido, seria assim: "A Dani estava querendo mel, porque o dela tinha acabado. Foi ao super, escolheu um e depois descobrimos que estava escrito no rótulo "Importé du Brésil". Básico? rs

Dani

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